Nossos Produtos




 



São mais de 1.500 artes e fotografias, em edição limitada, numerada e assinada por grandes nomes do mercado de arte.


Qual a vantagem de se comprar um edição limitada
 



A principal vantagem é o preço. Por não ser uma obra única, o preço é mais acessível. Uma obra original do site pode custar mais de R$ 50.000,00 enquanto um giclée, numerado e assinado começam a partir de R$590,00 e ainda pode-se pagar em até 12x.


As nossas edições são catalogadas, o que siginifica que o artista e a DemocrArt garantem que as edições serão mantidas conforme anunciadas em nosso site. Isso garante a catalogação das obras.



 

Tela de Algodão

 


A maioria das obras de arte é pintada pelos artistas sobre telas de algodão, que são preparadas para receberem a tinta e depois esticadas em chassis de madeira. É no chassi ela ganha forma para ser pendurada na parede.


A DemocrArt utiliza em suas impressões telas de algodão que seguem os mais altos padrões adotados por museus do mundo inteiro. Elas recebem tratamento contra fungos e bactérias e em sua superfície uma composição livre de ácidos e ph neutro, deixando assim sua aparência igual a uma pintura original recém-acabada.


Isso garante uma durabilidade de até 150 anos se conservadas em ambientes internos e protegidos da luz solar direta, cuidados que qualquer obra de arte também necessita.



 


Papel Algodão


O papel de algodão utilizado em nossas obras é uma linha especial para fine art aceito por museus e galarias, e apresentam o melhor em rendimento, longevidade e aceitação no mercado de arte. As obras impressas em papel algodão devem ser emolduradas e protegidas com um vidro.




Fotografia

As fotografias são impresões em papel algodão, mas com o tipico brilho do papel fotográfico. Nossas obras utilizam sempre uma linha especial para fine art aceito por museus e galarias, e apresentam o melhor em rendimento, longevidade e aceitação no mercado de arte. As fotografias devem ser emolduradas e protegidas com um vidro.

 

Metacrilato


No mercado de arte brasileiro, “metacrilato” passou a ser sinônimo da técnica de se montar fotografias embutidas entre duas placas de acrílicos cast (face-mounting), prontas para serem penduradas nas paredes, dispensando qualquer outro tipo de moldura; a montagem em metacrilato produz a sensação de profundidade e tridimensionalidade nas fotografias, e é bastante apreciada nas galerias de arte contemporânea.

 

Classics

Achamos que em alguns casos várias obras ficam melhores do que uma só. Pensando assim desenvolvemos os classics (disponíveis somente em nossas galerias físicas), obras de 40x50cm já com moldura para serem colecionadas ou dadas como presentes.

 


Afinal, o que é o Múltiplo?


Múltiplo é uma obra de arte feita em série. Por ser parte de uma tiragem de obras idênticas, o múltiplo é mais barato do que uma obra única, tornando-se mais acessível para o público.


Um pouco de história...


O múltiplo surgiu no fim dos anos 60, quando alguns artistas passaram a criar obras de arte já prevendo a sua reprodução em grande escala. Era um novo conceito de arte moderna, resultado da reprodutibilidade técnica que a era industrial passava a permitir, opondo-se ao conceito de obra única até então dominante.


O artista húngaro Victor Vasarely, um dos primeiros a adotar o múltiplo, acreditava que o mito da obra única desapareceria: "Os artistas não podem desconhecer as vantagens que a técnica nos oferece. Devemos ser coerentes com a nossa época."


O surgimento do múltiplo também estava atrelado a um conceito essencialmente político: a democratização da arte através da multiplicação da obra de arte, ou seja, os custos de produção seriam diluídos na tiragem, permitindo que um maior número de pessoas tivessem acesso a um produto cultural. O novo conceito contrariava a arte considerada elitista, limitada a museus e coleções, idéia que entusiasmou muitos artistas.


A obra múltipla proliferou-se por diferentes movimentos artísticos dos anos 60 e 70; artistas da pop art, optical art, minimalismo apropriaram-se do novo conceito em seus trabalhos. Apesar do múltiplo não ter acabado com a aura da obra de arte única, como pensava Vasarely, ele incorporou-se definitivamente à produção artística do século 20.