Vera Café começou polemicamente a discutir como artista plástica o elemento efêmero na linguagem cultural contemporânea, em seus vários trabalhos de instalações nas ruas e locais de exposições em São Paulo, estudando o urbanismo, o espaço arquitetônico e o comportamento urbano. Concentrou a discussão do sentido simbólico do objeto estético e seus teoremas existenciais apresentando na Bienal Internacional de 1972 e Bienal Internacional de 1974.